O que a maioria dos escaladores faz quando vai escalar uma via esportiva no verão?
Se encorda,
calça a sapatilha,
tira a camiseta,
passa magnésio nas mãos,
começa a escalar.
Confesso que desde que peguei um berne nas costas (isso mesmo... desagradável...), tô evitando escalar sem camisa...
O problema é que já tem feito calor e algumas camisetas são quentes demais. Outras, prendem os movimentos. Aí a gente fica incomodado e isso acaba prejudicando a escalada.
Nos últimos finais de semana, escalei com as camisetas da HippyTree.

Entrei em vias que são difíceis e exigentes pra mim. Gostei não só de escalar com elas, mas também, de passar o dia com as camisetas!

As estampas são incríveis.

A malha é leve, macia e bem confortável para escalar.

Eu já gostava da HippyTree por ela ser uma marca que se empenha na redução do impacto sobre o meio ambiente.
Agora posso afirmar que as camisetas são para "stone" mesmo! Se você ainda não conhece, vale a pena experimentar.

HippyTree é uma marca de surf & outdoor inspirada pela natureza.
Fundada numa garagem em Hermosa Beach, pelo surfista, escalador e artista Andrew Sarneki.
HippyTree se dedica em produzir produtos e criar gráficos que são voltados ao “surf & stone” lifestyle. Os designs rudimentares e gráficos desenhados à mão, caracterizados com ondas, montanhas e vida selvagem, refletem a paixão da marca pelo surf e aventura.
HippyTree é comprometida em reduzir o impacto ambiental com o uso de materiais reciclados e orgânicos na manufatura de seus produtos.

Além disso, a HippyTree Brasil apóia atletas brasileiros como o surfista Peque (Fernando Santos) de Florianópolis (SC) e o escalador AFeto (Caio Salomão) de Vitória (ES), que além praticar e divulgar a escalada, também manda muito bem na Slackline e na Highline!

Para saber mais sobre a HippyTree e seus produtos, acesse: www.hippytree.com.br
Jan Hojer (6) GER - Juliane Wurm (3) GER Dima Sharafutdinov (5) RUS - Anna Stöhr (1) AUT Kilian Fischhuber (3) AUT - Akiyo Noguchi (6) JPN The fifth Boulder World Cup in Innsbruck was a great show on nice problems. Jan started first as he was sixth in the semifinal and secured the gold even if five climbers remained to try the last boulder. The same thing happened for the result of Dima and Juliane. It can be noted that during 2013, 40 % of the winners have actually started first in the final as his/her semi final results were the worst of all finalist. This relatively good results for the last ranked guys coming into the final, we have seen since 2007 and especially in the four last world championships.
Adam Ondra is on a two week bolting trip to Flatanger where he during two weeks hopes to bolt another ten routes out of five, which are probably in the 9b range. He brought a 150 m static rope and hopes that this will make it possible to bolt from the top using hooks the master the overhang. If I feel in good shape I hope to also make some FAs but the plan is to go back home and train hard and return to Flatanger later this summer. Norway is amazing during the summer and in the cave you can also climb when it rains. I have not been climbing for a week and I am super pshyched to rapel down and start projecting new amazing lines.
O escalador mineiro Tomaz Handam “Drosa” encadenou a via Heterosapiens, na última sexta-feira, no Sítio do Rod-MG. A via, aberta em 2011 pelos escaladores Felipe Belisário e Gustavo Veiga, foi encadenada pela primeira vez pelo escalador paulista Felipe Camargo, que sugeriu a graduação de 10a para a via. Drosa, que vinha tentando a via desde antes de sua primeira cadena, [...]
O 9º Festival de Boulder da Pedra Rachada já está com a data marcada, confiram: Fiquem ligados no blog para mais informações. 4climb Experimente essa VIBE!